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Ronaldo B. Silva
A
primeira vez que vi um bonsai foi num filme do Karatê Kid. Não lembro exatamente qual.
Mas recordo perfeitamente da arvorezinha em miniatura, instalada num canto do belíssimo
cenário onde o Sr Miagre morava.
Tempos depois, li uma reportagem sobre bonsai que dizia se tratar de uma arte de aleijar
árvores.
Mais tarde, descobri que não era nada disso. Depois de ver algumas de minhas plantas morrerem por total falta de
experiência, fui me aprofundando no assunto e tomando gosto pela arte.
Hoje possuo um local de exposição permanente e uma área onde ministro cursos para
iniciantes nesta arte milenar, que fica em Pendotiba, Niterói, RJ.
Ainda
estou longe de ser um expert em bonsai. Porém, tudo que faço é usar de bom senso e pesquisar nas fontes certas.
Uma delas, em particular, é o bonsaísta Roberto Gerpe, residente em uma chácara, na
Ilha do Governador, RJ, com quem tive o privilégio de fazer um curso, em setembro
de 2000.
Em outubro 2000, convidado por uma aluno, conheci o Grupo de Bonsai de Niterói GBN, do
qual faço parte. Também sou membro da Associação Brasileira de Bonsai, que conheci por
intermédio do Joca (vice-presidente da Associação Brasileira de Bonsai), e proprietário da Chácara Tropical Bonsai, onde são realizados os
encontros para reestilização de bonsai.
Atualmente sou responsável pelos cursos ministrados no GBN, na Associação Atlética do
Banco do Brasil AABB, em São Francisco, Niterói.
A foto mostra uma visita feita à Chácara Tropical Bonsai, na Barra. À esquerda o JOCA, proprietário da chácara, e à direita, RONALDO. |
| A foto mostra uma visita feita à Art Bonsai , na Ilha do Governador. À esquerda, Roberto Gerpe, em seu atelier, e à direita, RONALDO. |